quarta-feira, 20 de julho de 2022

Tecnologias integradas à sala de aula

 


 


 

TECNOLOGIAS INTEGRADAS À SALA DE AULA

 

 

A ação pedagógica mediada pelas tecnologias para a formação de cidadãos criativos

 

Rochelli Soares Pontes Milanez[1]

 

 

Resumo:

 

Este artigo tem como objetivo geral conhecer os princípios tecnológicos e pedagógicos para o uso das tecnologias em sala de aula. Investigando a mediação tecnológica no processo de ensino e a formação de alunos criativos através da ação do professor como guia da aprendizagem. Foi utilizada a metodologia de pesquisa bibliográfica. Dialogando com os autores, consideramos que a ação pedagógica inovadora colabora de forma efetiva para o desenvolvimento do processo de aprender contínuo mediado pelas tecnologias, o que culmina na formação de indivíduos críticos e criativos, cidadãos digitais.

 

 

Palavras-chave: Tecnológicos. Pedagógicos. Mediação.

 

 

 

Abstract

 

This article has as a general objective to know the technological and pedagogical principles for the use of technologies in the classroom. Investigating the technological mediation in the teaching process and the formation of creative students through the action of the teacher as a learning guide. The bibliographic research methodology was used. Dialoguing with the authors, we consider that innovative pedagogical action collaborates effectively to the development of the continuous learning process mediated by technologies, which culminates in the formation of critical and creative individuals, digital citizens.

 

 

 

Keywords: Technological. Pedagogical. Intermediation

1 Introdução

 

No contexto da sociedade contemporânea, a qual é caracterizada por mudanças aceleradas, múltiplos espaços de comunicação, atividades colaborativas e conexões em rede, as tecnologias são indispensáveis para a produtividade, e assim sendo, os principais desafios no contexto pedagógico consistem em utiliza-las de maneira que os educandos desenvolvam habilidades para uma constante aprendizagem.

É inegável a relevante contribuição das tecnologias digitais de informação e comunicação para a disseminação de informação e construção do conhecimento. Além disso, podemos afirmar que as TDIC ( Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação) potencializam o desenvolvimento de estratégias de raciocínio e resolução de problemas, e podem ser utilizadas de forma muito eficiente para atender às necessidade de aprendizagem individuais dos alunos de forma adaptativa, além disso é possível por meio de sistemas de informações obter dados e gerenciar dados que permitem analisar e intervir de maneira eficiente no processo de ensino e aprendizagem, outra contribuição importante é a produção de materiais digitais como jogos e softwares educativos diversificados que podem auxiliar os alunos em suas dificuldades de aprendizagem.

É necessário reorganizar o trabalho pedagógico para promover interações, planejar situações de aprendizagem integrativas, é necessário planejar a ação pedagógica nesta nova perspectiva de educação, pois o simples fato de conhecer as vantagens ou contribuições destas tecnologias ou a existência delas no ambiente escolar não contribui de forma significativa para a transformação da educação, se não houver uma pratica pedagógica com intencionalidade, pensada por este contexto e para este contexto.

A perspectiva de uso de diferentes recursos tecnológicos e acesso à informação requer capacidade de inovação e aprendizagem continuas.

2 A Educação Mediada por Tecnologias

 

O planejamento pedagógico deve conter uma visão integrada das competências e também dos papeis de todos os envolvidos no processo educativo, no qual o foco passa a ser a interatividade no processo de conhecimento, equilibrando atividades e estudos individuais e coletivos; a proposta torna-se centrada no envolvimento dos estudantes com a descoberta, investigação e resolução de problemas. 

 

2. 1 A mediação tecnológica e o desenvolvimento educacional

 

            É inegável o contributo da tecnologia digitais para o desenvolvimento das práticas educativas como mencionamos anteriormente, mas é preciso considerar dois extremos que estão sempre presentes em se tratando de práticas que envolvem o uso de tecnologias:

As práticas de educação mediada por tecnologias devem considerar a valorização do uso de tecnologia para tornar o processo de ensino e aprendizagem mais eficiente e eficaz. É preciso que essa valorização e objetivo seja central e superior ao de domínio técnico de utilização por professores e alunos, assim como também aos fins de entretenimento, onde se utiliza simplesmente como um acessório de diversão em espaços educativos. (Netto,2018, p.9)

            Para que este desenvolvimento aconteça é preciso superar a perspectiva de que apensa munir professores e alunos de conhecimentos técnicos sobre estas tecnologias digitais é suficiente. Também é preciso superar a perspectiva de utilização das ferramentas tecnológicas apenas para fins de entretenimento, como recreação ou bônus por atingir determinadas habilidades em sala de aula, conforme salienta a autora citada.

              Na visão de Rivero (2004), a atualidade é palco de mudanças rápidas na política, na economia, nas tecnologias e na cultura. O processo de internacionalização impacta a sociedade e pressiona por mudanças que vem transformando paradigmas. O professor neste contexto pós-moderno não é mais o monopolizador da verdade e deve ter consciência disto. (Sant’anna,2016, p.27)

A mudança estrutural da ação educativa é sem duvida o grande diferencial para que haja um desenvolvimento educativo no processo de mediação tecnológica, uma vez que o professor passa a atuar não como o orientador diretivo, detentor exclusivo do conhecimento e único a manusear estas ferramentas durante o processo, é imprescindível que o professor esteja atento às mudanças de paradigmas, observando que a ação educativa adquire dentro deste contexto uma característica multidimensional.

É bastante comum observar um grau de ansiedade entre os docentes, os quais, para fazerem uso das tecnologias na educação, se envolvem na aprendizagem de como operar tecnicamente os diversos recursos de uma ferramenta para que somente ela faça uso na sala de aula, em um modelo centrado na sua exposição didática, agora com uso de vídeos, slides e animações. Essa prática não deve ser rechaçada. No entanto, a abordagem que se pretende reforçar é a de fazer uso com diferentes práticas integradas com uso de tecnologias que proporcionem o desenvolvimento de várias habilidades. (Netto, 2018, p.6).

O professor é colaborador e incentivador de seus alunos, estabelecendo de forma interativa e simultânea conexões entre alunos e conhecimento, neste processo integrativo, a partir das interações estabelecidas, o conhecimento se tornará mais significativo e contextual para os alunos.

As escolas necessitam se preparar para este cenário, onde as novas tecnologias podem transformar os modos de aprender e ensinar quando ligadas as mudanças paradigmáticas mais amplas. Destaca-se que deve haver a apropriação das tecnologias como ferramentas, realizada de maneira crítica e reflexiva, integrada a uma mudança estrutural da ação educativa, para que professores e alunos aprendam de forma mais significativa e contextualizada. (Sant’ana, 2016, p. 27)

            O autor deixa claro a necessidade de mudança da ação educativa para que haja uma efetividade e uma eficiência no processo educativo com o uso das ferramentas tecnológicas.

 

2. 2 A formação de cidadãos criativos

 

No contexto de uma educação que objetiva promover a formação de educandos capazes de interagir, produzir cultura e trabalho utilizando ferramentas tecnológicas, não se podemos pensar o uso de ferramentas tecnológicas em sala de aula apenas como simples instrumentos de reprodução de conteúdo para a ministração de aulas nos moldes da educação do século anterior, cujas demandas eram totalmente diferentes.

O pensamento de Almeida (2010) considera a necessidade de uma nova pedagogia, de uma nova formação para os professores, o que promoverá uma mudança da cultura escolar, incluindo as novas tecnologias para potencializar a mediação pedagógica. É certo que tal mudança é essencial para a educação que considera o século XXI e o futuro. Esta tem por objetivo a formação de sujeitos críticos, conscientes de si, do outro e da vida do planeta, compreendendo a complexidade como paradigma explicativo da vida (MORIN,2001). Segundo Kenski (2007), a formação de professores deve estar voltada a atender uma sociedade que está em constantes mudanças, considerando que o maior desafio a ser superado atualmente não é a falta de conhecimento sobre como manipular as TICs, mas a falta de formas viáveis de integrá-las no (ao) processo de ensino – aprendizagem. (Sant’ana, 2016, p. 33).

Como assinalou o autor supracitado, um dos maiores desafios da ação docente na mediação e no uso de ferramentas tecnológicas no ambiente educativo, consiste em viabilizar a integração destas ferramentas ao processo de modo a promover no aluno o desenvolver habilidades adequadas para atuar no contexto contemporâneo.

A necessidade que se apresenta neste processo é de integrar ou desenvolver habilidades integradas no que se refere ao domínio cognitivo, intrapessoal e interpessoal. Alguns autores destacam este processo como sendo um processo de multialfabetização.

Dentro desse contexto, Demo (2011) chama a atenção para a necessidade de a educação prover o desenvolvimento de multialfabetizações. Assim, as competências cognitivas na prática continuam sendo importantes para a vida das pessoas porque são indispensáveis para a cidadania e a produtividade. No entanto, outras necessidades se apresentam, como o manejo da informação e comunicação, muito além da postura de mero usuário. Assim, o termo multialfabetizações indica que a alfabetização se tornou plural, porque são muitas as habilidades esperadas para enfrentar a vida e o mercado hoje, marcado pelo enfoque tecnológico. (Netto, 2018, p.5)

O que podemos afirmar é que, não basta ao aluno identificar e saber manusear corretamente as ferramentas tecnológicas, mas é necessário que se faca o uso inteligente destas ferramentas, e este uso inteligente passa pela prática social e cidadã e ainda pela prática produtiva.

A fluência tecnológica é, neste sentido, o que torna o aluno um cidadão critico e criativo, pois ele não será somente um receptor de informações, ele deixa a posição de apenas consumidor de programas e informações e assume também o papel de criador.

O aluno deve ser orientado, estimulado, não somente a buscar informação, mas também a desenvolver autoria da informação. Ser capaz de processar a informação, analisar aquilo que recebe, sendo capaz de produzir informação e comunicar -se usando as ferramentas tecnológicas de que dispõe.

O grande desafio da ação pedagógica no contexto atual é exatamente buscar esta formação de cidadãos criativos. Alunos que possuam boas noções de como trafegar nas mídias digitais, como se relacionar através das diversas redes disponíveis, e portando-se como um cidadão, respeitando normas e convenções de cidadania digital, seja capaz de usar as ferramentas de que dispõe para consumir e produzir informação ao mesmo tempo.

Não se trata de munir as instituições de ensino, os alunos e os docentes de tablets e computadores de ultima geração, pois o acesso não necessariamente será suficiente para o desenvolvimento integral do estudante. Assim, a educação inovadora requer profissionais dedicados que trabalhem colaborativamente para o avanço do mundo com criatividade e inovação. (Netto, 2018, p.8)

O que implica dizer que o simples fato de impregnar os espaços educativos de recursos tecnológicos não garante que haja o desenvolvimento destas habilidades; assim como a ausência destes no ambiente educativo não impede que o professor possa desenvolver suas atividades com criatividade e inovação.

É necessário ponderar, repensar a prática, planejar, inovar, sobretudo dimensionar a efetividade das ferramentas tecnológicas na busca e na produção de conhecimento para assim, promover a formação de indivíduos criativos; alinhando os objetivos de ensino às necessidades dos alunos e por consequência às demandas atuais da sociedade.

Dinamismo, conectividade, criatividade, experimentação, interação, praticas pedagógicas interativas e integrativas serão capazes de favorecer o desenvolvimento de habilidades e competências que tornem estes alunos capazes de manejar informação e comunicação de forma fluente e além de serem fluentes tecnologicamente, sendo capazes de produzir conteúdo e não apenas compartilhar ou consumir passivamente.

3 Considerações Finais

 

Dialogando com os autores percebemos que é consenso que, potencialmente o uso de tecnologias na educação pode trazer benefícios tanto para os sistemas de ensino, em termos de custo/benefício, quanto para alunos e professores com relação às melhorias no processo de interação e melhor desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem, promovendo assim uma eficiência no processo de modo a suprir as demandas socioeconômicas que são colocadas sobre a educação.

Estes benefícios tornam-se visíveis quando os professores conseguem integrar as TDIC às suas práticas pedagógicas, permitindo que caminhos ou percursos de aprendizagem sejam criados para seus alunos, possibilitando a construção de questionamentos, investigações, interações, problematizações, dentre outras atividades que promovam o avanço da aprendizagem cotidiana de seus alunos, fortalecendo o processo de aprender contínuo.

A ação pedagógica inovadora colabora de forma efetiva para o desenvolvimento do processo de aprender contínuo mediado pelas tecnologias, que culmina na formação de indivíduos críticos e criativos, cidadãos digitais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4 Referências Bibliográficas

 

Netto,C.M.(2018) Desenvolvimento de competências e habilidades para o século XXI. [e-book] Flórida: Must University.

Netto,C.M.(2018) A Educação Mediada por Tecnologias.[e-book] Flórida: Must University.

SANT’ANA,J.V.B.de.;SANTOS,L.G.dos.;ALVES,P.F.(2016). A Mediação Pedagógica com o uso das Novas Tecnologias Numa Educação Complexa e Libertadora: breve investigação em campo. Revista Temporis [Ação]. (Periódico acadêmico de História, Letras e Educação da Universidade Estadual de Goiás). Cidade de Goiás; Anápolis. V.16, n.01, p.21-36 de 104,jan./jun.,2016. Disponível em: http://www.revista.ueg.br.br/index.php/temporisacao/issue/archive Acesso em:<13.10.2021>.

 



[1] Licenciatura Plena em Pedagogia, UESPI- PI. Especialização em Psicopedagogia, UCAM-MG. Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. E-mail. rochellisp@gmail.com.

sábado, 2 de julho de 2022

Plataformas Adaptativas

 


 

ELEVA PLATAFORMA ADAPTATIVA: UM ENSINO INDIVIDUALIZADO E EFICIENTE

 

Rochelli Soares Pontes Milanez¹

 

Resumo:

O presente artigo apresenta uma pesquisa que teve como objetivo principal investigar como funciona uma plataforma adaptativa. Investigamos seu funcionamento, benefícios e resultados obtidos pelos alunos. Para a realização desta pesquisa foi utilizada a metodologia de estudo de caso, utilizando como fontes de pesquisa artigos, livros e a própria plataforma. Registramos quais os recursos disponíveis na plataforma. Os dados coletados revelaram a importância da utilização da plataforma para oferecer um ensino personalizado e eficiente aos alunos.

 Palavras – chave: Plataforma Adaptativa. Ensino. Individualizado. Eficiente.

 

 Abstract:

 The present paper presentes a research that had as main objective to investigate how the adaptative platform. We investigated its operation, benefits and results obtained by students. To carry out this research the case study methodology was used using as research sources papers, books, e-books and adaptive platform. We recorded which resources are available on the platform how They are used by the students, and how the platform.The data collected revealed the importance of using the plataform to offer individualized and efficient teaching to students.

 

Keywords: Adaptative platform. Teaching. Individualized. Efficient.

 1 Introdução

 

 

            Vivemos no contexto da 4º Revolução Industrial, a qual é marcada por inovações tecnológicas, neste contexto uma nova forma de pensar e fazer educação surge, atendendo as demandas das novas gerações, as quais acompanham bem de perto esta evolução tecnológica.

            Tornando-se assim, de grande relevância o estudo de ferramentas tecnológicas que possam contribuir de forma significativa para uma educação eficiente, que responda às demandas de uma sociedade marcada pela conectividade e inovação tecnológica em todos os setores.

            Buscando investigar a plataforma Eleva e contextualizar suas contribuições para o processo de ensino – aprendizagem, o presente estudo foi estruturado da seguinte maneira: Introdução, A Plataforma Eleva e Suas Contribuições e Conclusão.

            Utilizando a metodologia de estudo de caso, analisamos os dados obtidos dialogando com autores que versam sobre o assunto.

            Em nossas conclusões destacamos que a plataforma adaptativa analisada se constitui numa ferramenta tecnológica que auxilia não só alunos, mas também professores, pois permite uma personalização do processo de aprendizagem e ao mesmo tempo um melhor gerenciamento do processo por parte dos professores.

 

2 A Plataforma Eleva e Suas Contribuições

             Os sistemas tutores inteligentes incorporam inteligência artificial e estratégias do modelo de ensino – aprendizagem convencional e não convencional o que permite um ensino personalizado e mais eficiente, oferecendo ferramentas úteis para otimização do desenvolvimento dos alunos contribuindo com a qualidade do ensino.

            A vertente da inteligência artificial que é baseada na aprendizagem com dados, identificação de padrões e tomadas de decisões com o mínimo de intervenção humana recebe o nome de machine learning ou aprendizagem de máquina.

            O machine learning contribui para o ensino personalizado e adaptativo, pois através das aplicações de seus algoritmos as plataformas são capazes de desenvolver melhor seu trabalho e entender o potencial dos alunos de forma individualizada.

Na atualidade, os adolescentes estão sendo chamados de screenager (leitores de telas), esta geração é diariamente influenciada pelas atividades on – line, e passam a maior parte do tempo conectados à internet.

Ensinar e aprender, atualmente, não é mais visto como um processo realizado de forma compartimentada, separado por disciplinas e módulos não integrados. Integrar as disciplinas dos programas e cursos deve levar em conta o desejo de ter um conhecimento que religue as partes ao todo e, evidentemente, o todo às partes, como observa Morin (1999). Já no final do século XX, começavam a se difundir as ideias de pluridisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade. A diferença está basicamente no conceito de cooperação e coordenação. A emergência da transdisciplinaridade se deve ao fato de que as pessoas e os contextos estão cada vez mais conectados uns com os outros. (Carvalho,2010, pág. 119)

 

            O autor destaca que atualmente ensinar e aprender são vistos de forma diferente, uma vez que os contextos são diferentes e diretamente influenciados pelas tecnologias, onde as pessoas estão cada vez mais conectadas.

           A ideia de que a educação deve ser igual para todos já não tem mais espaço frente aos novos desafios educacionais. Em uma mesma sala de aula, podem-se ter estudantes de diferentes gerações, como é o caso do ensino superior, o que merece atenção e planejamento para tal realidade. Dessa maneira, cada estudante carrega as suas experiências de conhecimento e vivência, portanto, é preciso mais opções do que o currículo básico. (Souza,2018, pág.151)

 

            Este entendimento reforça a ideia de uma educação que atenda as necessidades e demandas das novas gerações, acompanhando o desenvolvimento tecnológico.

            A ferramenta em questão contempla todas as etapas da educação básica: educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.

            Seu material didático é completo e se adequa a Base Nacional Comum Curricular.

            Os alunos podem realizar atividades sobre assuntos diversificados conforme seu próprio nível de desenvolvimento.

Figura 01 – Imagem do site da Plataforma

Fonte: www.elevaplataforma.com.br

 

            É importante destacar que as tecnologias podem e devem ser incorporadas às aulas, de forma a favorecer os processos de ensino e aprendizagem. A aprendizagem adaptativa é neste contexto uma ferramenta de suma importância para que estes processos aconteçam de forma eficiente, pois permitem que haja uma personalização do ensino contemplando a aprendizagem dos alunos.

Neste sentido, a aprendizagem adaptativa tem sido amplamente utilizada como uma das ferramentas que permitem o aprendizado significativo para cada estudante, dada a sua premissa de adequar-se às interações do acadêmico com o sistema e seus conhecimentos e experiências anteriores. Contundente com essa realidade, Bechara e Haguenauer (2010) explicam que os sistemas baseados em aprendizagem adaptativa concentram-se em serem distintos para cada estudante, levando em conta a diversidade dos estudantes em relação a sua forma de aprender e vivenciar o conhecimento. (Souza, 2018, pág. 152)

 

            Esta significação do aprendizado para o estudante é com certeza um dos pontos - chave para a integração destas ferramentas ao plano de ensino, porém, esta ferramenta também oferece aos professores recursos que favorecem o processo de ensino e ajudam no gerenciamento das aprendizagens de maneira mais eficiente, planejando intervenções ou replanejando seu ensino com base nos dados obtidos via plataforma.

 

Assim, a aprendizagem adaptativa é uma ferramenta de aprendizagem analítica, que possibilita o acompanhamento e o desenvolvimento de aprendizado dos estudantes. O monitoramento do percurso acadêmico do estudante permite que sejam identificados os conteúdos nos quais o aluno necessita de reforço. Dessa maneira, um ambiente adaptativo poderá oferecer aos estudantes materiais complementares, reforçando seu aprendizado em determinados pontos de dificuldades. (...) É importante ressaltar que a partir dessa ferramenta é possível observar também com quais materiais o discente se desenvolveu mais. (Souza, 2018, pág. 152)

 

            Neste sentido, os professores além de observar o roteiro de informações obtidas através da plataforma, para planejar matérias, intervenções e etc., devem utilizar estas tecnologias de forma a estimular a aprendizagem autônoma, incentivando pesquisas, reflexões, registros e produções.

 

 

2.1 Recursos disponíveis na plataforma Eleva

           

            O currículo completo que vai desde a Educação Infantil ao Ensino Médio integra material socioemocional, maker e bilíngue.

Figura 02 – Tela com informações sobre o material da plataforma

Fonte: www.elevaplataforma.com.br

            O Eleva Digital conta com Banco de questões, livro digital, vídeo aulas e gabarito comentado.

Além disso conta com o Aplicativo AgendaEdu com muitas funcionalidades entre as quais: permite que responsáveis e alunos participem e conheçam as rotinas de atividades escolares, interagindo com o dia – a – dia da escola por meio dos canais de comunicação que transforma a jornada escolar.

O Luppa é um conjunto de ferramentas que promovem avaliações que ensinam, apresent avaliações, simulados multidisciplinares e avaliações diagnósticas, que são acompanhados por devolutivas pedagógicas incentivando o aluno a revisar os conteúdos com pouca assimilação.    

 

Figura 03 – Tela com algumas das ferramentas disponíveis na Plataforma Eleva

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: www.elevaplataforma.com.br

 

Corroborando com o que aprendemos sobre Plataforma Adaptativa, pois um de seus objetivos de uso é permitir que os alunos também possam gerir suas próprias aprendizagens.

 As tecnologias devem ser utilizadas para valorizar a aprendizagem autônoma, incentivar a formação permanente, a pesquisa de informações básicas, a construção da reflexão pessoal, o registro de documentos, a elaboração de trabalhos, a construção da reflexão pessoal, a construção de artigos e textos. Elas devem ser utilizadas também para desenvolver a interaprendizagem: a aprendizagem como produto das inter-relações entre as pessoas, desde que disponham de um endereço eletrônico. Tudo isso possibilita uma rica troca de vivências, culturas, valores e costumes diversos. (Carvalho, 2010, pág.155)

 

            A aprendizagem autônoma é com certeza uma das características que professores em todas as etapas da educação buscam promover; nesta perspectiva, a introdução e a correta utilização das plataformas adaptativas em sala de aula são de suma importância.

            A Eleva também utiliza jogos educacionais que permitem que os alunos sejam estimulados a aprender, sem perceber a intencionalidade da atividade pedagógica, mas aprendendo de forma lúdica e motivadora.

2.2 Principais benefícios da plataforma Eleva  

 

            O aluno pode escolher qual assunto, material e questões que deseja realizar; e o seu rendimento é acompanhado por ele e por professores, através de um sistema de premiação.

De acordo com Eleva Plataforma (2020) os alunos vão desenvolvendo suas atividades por níveis e após conquistar um próximo nível, o aluno é premiado com uma estrela. É possível acompanhar o progresso e acessar acerto e erro em cada atividade por meio de um gabarito que contém comentários que permitem ao aluno perceber seus avanços e quais necessidades ele tem de revisar conteúdo.

A ferramenta identifica se há necessidade de um nível melhor de conhecimento a cerca do assunto e fornece sugestões de materiais e recursos disponíveis na própria plataforma.

            O funcionamento da plataforma Eleva permite ao aluno monitorar de forma autônoma seu processo de aprendizagem, ele tem acesso ao seu progresso, podendo também observar os comentários do seu gabarito.

Como mencionamos anteriormente as aprendizagens ocorrem de forma prazerosa, e os alunos podem monitorar seus aprendizados e desenvolvendo suas habilidades e competências através dos recursos oferecidos.

 

2.3 A integração ao plano educacional  

 

            É possível aos professores fazer modificações no tamanho dos conteúdos, na forma como serão abordados, entre outras atividades que possam facilitar a assimilação dos assuntos pelos educandos.

 Também é possível fazer registros de forma individualizada ou da turma, analisando os avanços da classe a cada conteúdo ministrado.

Figura 04 – Tela de ferramentas disponíveis para o professor na Plataforma Eleva.

 

 

 

 

 

 

 

               Fonte: www.elevaplataforma.com.br

 

Costa (2021) lista algumas vantagens da aprendizagem adaptativa para o professor, dentre as quais: garante um roteiro de aprendizagem das necessidades e resultados dos alunos, economiza tempo e melhora atenção à diversidade, facilita a organização e programação de aulas personalizadas, empodera e dá mais liberdade ao docente.

Como observamos, através da plataforma Eleva também é possível ao professor, listar as maiores necessidades dos alunos nas aulas e modificar o cronograma sempre que achar pertinente.

A plataforma possui ainda um suporte de formação continuada aos docentes, através do qual os professores também tem acesso a conteúdos que podem auxiliar no melhor desempenho das atividades pedagógicas.

Outro ponto positivo é que professores, alunos e responsáveis podem conectar-se através dos recursos de comunicação disponíveis na plataforma.

 

 

 

            2.4 Resultados de um ensino personalizado

 

            Os dados da plataforma Eleva, apontam uma média de 25% (vinte e cinco por cento) maior de desenvolvimento dos alunos que utilizam a ferramenta em relação aos alunos que não a utilizam.

            A Plataforma Eleva (2020) contabilizou mais de 2000 (duas mil) aprovações no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, somente no ano de 2018, sendo estas aprovações em cursos considerados de alta complexidade de conhecimentos e concorrência elevada.

Estes dados reforçam o que Costa (2021) destaca, pois de acordo com a autora, podemos elencar entre as vantagens da aprendizagem adaptativa para o estudante: atende às necessidades individuais; a aprendizagem é mais eficaz e mais rápida; é motivante; o estudante melhora sua competência digital e aprende a aprender.

 

3 Considerações Finais

 

            Este estudo nos permitiu entender o funcionamento da Plataforma Adaptativa Eleva, uma plataforma brasileira que contempla todo o currículo de todas as etapas da educação básica.

            Os dados coletados nos permitiram conhecer seus principais recursos e suas contribuições para alunos, professores e gestores.

            Foi possível ainda compreender que a plataforma analisada se constitui numa ferramenta tecnológica de suma importância para o processo de ensino e aprendizagem, pois além de auxiliar os alunos em suas aprendizagens, personalizando o processo conforme o desenvolvimento e ritmo de aprendizagem do aluno; potencializa as atividades pedagógicas, permitindo que os professores gerenciem melhor a aprendizagem de cada aluno.

            Por tratar-se de um tema relativamente novo para uma grande parte dos educadores, sobretudo dos que atuam no sistema de educação pública, se faz necessário em estudos futuros investigar o impacto do uso deste tipo de ferramenta nas escolas públicas, tendo ainda como possibilidade a investigação da atuação dos professores na inclusão destas ferramentas em seus planos de ensino. 

4 Referências Bibliográficas

Carvalho,F.C.A.de.(2010). Tecnologias que educam: ensinar e aprender com tecnologias da informação e comunicação. São Paulo: Pearson Prentice Hall.

Costa, D. (2021). Plataformas Adaptativas. [e-book] Flórida: Must University.

Plataforma Adaptativa Eleva: A importância em oferecer um ensino individualizado. Blog Eleva Plataforma,2020. Disponível em: < http//:blog.elevaplataforma.com.br > Acesso em: 16.08.2021.

Souza,M.V.de.(org.) (2018).  EAD,PBL e o desafio da educação em rede: metodologias ativas e outras práticas na formação do educador coinvestigador. São Paulo: Blucher.

 

 

           

GESTÃO ESTRATÉGICA NAS ORGANIZAÇÕES

 



 

GESTÃO ESTRATÉGICA NAS ORGANIZAÇÕES

 

Rochelli Soares Pontes Milanez¹

 

Resumo:

 

Este estudo tem como objetivos: compreender como as empresas de sucesso estão reconhecendo e tirando proveito dos ambientes em constante mudança; refletir sobre os desafios apresentados pelo ambiente que afetam a organização, discorrendo sobre as práticas adotadas nessas situações; evidenciar a importância do papel do executivo na estratégia e gestão organizacional. O presente trabalho segue uma abordagem qualitativa, sendo um estudo baseado em livros digitais, anais publicados, artigos e diversas outras fontes disponíveis, assim, estabelecendo uma pesquisa bibliográfica. Os principais autores destacados são: Almeida (2020), Mastella (2018) e Alday (2014). O trabalho foi organizado em três capítulos.  Através deste estudo foi possível compreender que as empresas de sucesso utilizam os processos de inovação e renovação para superar as crises e as constantes mudanças na economia mundial. Foi possível perceber que a gestão estratégica de resultados é uma prática que deve ser adotada nas organizações como forma de minimizar os efeitos das constantes mudanças. E que o executivo desenvolve um papel de grande relevância na estratégia e gestão organizacional, sendo responsável pelo aprimoramento e renovação organizacional, gerindo os esforços de seus colaboradores, visando o alcance dos objetivos organizacionais.

 

 

Palavras – chave: Organizações. Gestão. Estratégica. Resultados. Executivo.

 

 

Abstract:

 

This study aims to: understand how successful companies are recognizing and taking advantage of ever-changing environments; reflect on the challenges presented by the environment that affect the organization, discussing the practices adopted in these situations; to highlight the importance of the executive's role in organizational strategy and management. The present work follows a qualitative approach, being a study based on digital books, published proceedings, articles and several other available sources, thus establishing a bibliographic research. The main authors highlighted are: Almeida (2020), Mastella (2018) and Alday (2014). The work was organized into three chapters. Through this study it was possible to understand that successful companies use innovation and renewal processes to overcome crises and constant changes in the world economy.It was possible to perceive that the strategic management of results is a practice that must be adopted in the organizations as a way to minimize the effects of the constant changes. And that the executive plays a very important role in organizational strategy and management, being responsible for organizational improvement and renewal, managing the efforts of its employees, aiming at achieving organizational goals.

 

 

 

Keywords: Organizations. Management. Strategic. Results.Executive.

 

 

1 Introdução

 

            Os cenários econômicos do mundo estão em constante mudança, o surgimento de fatores negativos é uma realidade sobre a qual o gestor deve dispensar bastante atenção. 

A respeito deste novo ambiente organizacional, podemos afirmar que as organizações e seus dirigentes precisam estar preparados para um ambiente de incertezas e mudanças. Uma nova Ecologia se configura a partir de novas tecnologias, nova demografia e a globalização.

A nova ecologia estuda as principais tendencias do macroambiente em que operam as organizações, e nesta perspectiva o indivíduo precisa de maior flexibilidade e capacidade de adaptação às mudanças, pois entre as tendencias emergentes está o indeterminismo.

 

 

2 Sucesso em meio às crises

 

            As crises fazem parte do cenário econômico, cenário este que está em constante mudança.

            Cabe destacar que as crises econômicas e financeiras não são fenômenos recentes, basta observar o cenário global e relembrar algumas crises que foram geradas por operações cambiais mal sucedidas, especulações de mercado, empréstimos financeiros e etc.

Algumas delas:

·         Grande depressão - 1930

·         Crise de crédito – 1972

·         Crise do Petróleo – 1973

·         Crise Russa – 1998

·         Crise asiática – 2007

·         Crise de 2008 

·         Crise na Zona Euro – 2009

Para obter sucesso em meio à crise é necessário adotar um modelo de gestão eficaz.

Muitos empresários souberam se reinventar nos momentos de crise mundial, encontrando nos cenários adversos, oportunidades de crescimento. Porém, encontrar oportunidades em meio ao processo de crise interna ou externa, não é algo que acontece ao acaso.

De acordo com Alday (2020) o planejamento estratégico é voltado para as medidas positivas que as empresas podem utilizar para enfrentar ameaças e aproveitar as oportunidades encontradas em seu ambiente.

As organizações que obtiveram sucesso em meio às crises foram aquelas que preservaram seu capital humano e que conseguiram se reinventar, investindo em inovação, tecnologia, se adaptando às mudanças apoiada em novos conhecimentos.

O conhecimento tornou-se meio de produção por excelência, conforme Mastella (2018, p.06).

Neste contexto, os comportamentos e práticas de gestão são fundamentais para garantir o aprimoramento e renovação organizacional.

             Mastella (2018, p.03) também salienta, que o dirigente ou gestor de uma organização precisa refletir de maneira estratégica sobre as características do ambiente para saber agir no momento apropriado.

Almeida (2014, p.54) destaca que atualmente a mudança passa a ser encarada como uma estratégia de ação e o conceito de transformação ou renovação organizacional passa a estar relacionado com as mudanças.

 

3 O Planejamento Estratégico  

 

Não é possível controlar o ambiente externo, mas é possível prever de que maneira as mudanças no ambiente externo podem afetar a organização a médio e longo prazo, é possível ainda tomar decisões que promovam um ambiente interno mais seguro e preparado para as incertezas do mercado.

Entre os desafios que afetam a organização, podem ser destacados de acordo com Mastella (2018) as necessidades de desenvolvimento de sistemas mais aperfeiçoados, a percepção equivocada do relacionamento empresa – ambiente e um gerenciamento que consiga equilibrar organização econômica, humana e social.

Alday (2020) afirma que os mitos e concepções errôneas a cerca do planejamento estratégico se constituem em desafios que muitas vezes, fazem com que as organizações percam tempo excessivo, energia intelectual preciosa e obtenham pouco sucesso nos negócios.

Ignorar novas demandas e desafios internos e externos é um comportamento desafiador que precisa ser superado por algumas organizações contemporâneas. Estas organizações, na visão de Almeida (2014) são apegadas ao passado e tentam preservar a cultura organizacional e a estrutura de poder vigentes, ignorando importantes indicativos de mudança.

Todas as ações desenvolvidas pela instituição considerando os ambientes e fatores de crescimento, são previstas no planejamento estratégico.

O qual se constitui numa prática de gestão que pode ser adotada visando a superação dos desafios gerados a partir das constantes mudanças no ambiente.

Com relação a isso Almeida (2014) afirma que o planejamento estratégico guarda relação direta com alguns componentes que orientam a identidade organizacional, dentre eles: missão, visão, objetivos e a própria estratégia organizacional adotada. Assinala ainda que, a definição desses elementos básicos é essencial para que a organização tome decisões assertivas, na alocação, capacitação e dispensa de seus funcionários, visando garantir os resultados desejados.

            Para Alday (2020) empresas de todos os tipos estão concluindo que a atenção sistemática à estratégia é uma atividade muito proveitosa. E o crescimento do planejamento estratégico está relacionado às mudanças rápidas e constantes ocorridas nos ambientes organizacionais.

            É importante compreender como o ambiente externo se comporta e como as possibilidades de atuação no ambiente interno, podem garantir o melhor desempenho, ou seja, a conquista e efetivação de lucros. Quais são as prioridades da organização? Que objetivos devem ser estabelecidos? Como o desenvolvimento ou desempenho das metas deve ser acompanhado? São algumas das preocupações constantes no ambiente organizacional.

Mastella (2018) afirma que a Gestão Estratégica de Resultados é um método de planejamento e avaliação baseado em fatores qualitativos e quantitativos, por meio do qual são eleitas áreas prioritárias, estabelecidos objetivos e metas, constituindo-se num instrumento sistêmico de acompanhamento de desempenho.

            O planejamento estratégico engloba as fases de diagnóstico, separação de ambientes, levantamento dos pontos fortes e fracos, definição dos objetivos organizacionais, bem como estabelecimento da visão e da missão institucional; seguindo-se para o estabelecimento de metas e desenvolvimento de ações.

O estabelecimento de objetivos e metas claras e bem definidas têm um papel muito importante no planejamento estratégico, pois estes elementos irão nortear as ações institucionais e mobilizar o ambiente interno para o sucesso.

 

4 O Papel do Executivo na Gestão Estratégica

 

         É importante refletir sobre o papel do executivo na estratégia e gestão organizacional. Pois ele é a pessoa que detém o poder e a responsabilidade de decisão dentro da organização.

            Anteriormente abordamos a importância de o executivo considerar alguns tipos de situações para escolha das estratégias organizacionais que vai utilizar, isso pode garantir uma tomada de decisão eficaz do ponto de vista da conquista dos objetivos organizacionais.

            Para Mastella (2018, p.03) os executivos são profissionais capazes de transformar crise em oportunidade, desencanto em motivação, desaquecimento em desenvolvimento e padrão de vida decrescente em enriquecimento.

         Alday (2020, p.13) enfatiza que o executivo bem sucedido é aquele que executa o processo de administração estratégica envolvendo membros de diversas áreas e diferentes níveis da organização, mobilizando-os para a conquista dos resultados.

            Combinar habilidades pessoais, competências e conhecimentos técnicos de forma adequada é o que permite aos lideres influenciar e conduzir pessoas a conquista dos objetivos definidos pela organização. É o que destaca Almeida (2020).

            Corroborando com o entendimento de Mastella (2018), que afirma que ao executivo cabe o papel muito importante no aprimoramento e renovação organizacional, devendo gerir os esforços de seus colaboradores, visando o alcance dos objetivos organizacionais.

            É possível observar que a postura do executivo é centrada na eficiência organizacional, sendo este, um dirigente de alto nível dentro de uma organização complexa, a quem compete a tomada de decisões eficazes, adotando estratégias estudadas.  

            Sendo seu papel fundamental para uma gestão estratégica de resultados, pois é o responsável pela organização dos elementos da empresa, ordenando as condições internas para que as metas possam ser atingidas e dirigindo os esforços para que sejam alcançados os objetivos da organização.

 

5 Considerações Finais

 

Através deste estudo foi possível compreender que as empresas de sucesso utilizam os processos de inovação e renovação para superar as crises e as constantes mudanças na economia mundial.

Refletimos sobre os desafios apresentados pelo ambiente que afetam a organização, destacando a dificuldade que muitas organizações ainda apresentam em lidar com mudanças e ainda a dificuldade em equilibrar organização econômica, humana e social.

Foi possível perceber que tomadas de decisões estratégicas e uma gestão estratégica de resultados é uma prática que deve ser adotada nas organizações como forma de minimizar os efeitos das constantes mudanças.

Também podemos afirmar, através deste estudo, que o executivo desenvolve um papel de grande relevância na estratégia e gestão organizacional, uma vez que o mesmo é responsável por aprimoramento e renovação organizacional, devendo gerir os esforços de seus colaboradores, visando o alcance dos objetivos organizacionais.

 

6 Referências Bibliográficas

 

Alday. E.C. (2020) O Planejamento Estratégico dentro do Conceito de Administração Estratégica. Disponível em: <https://revistafae.fae.edu/revistafae/article/view/505 >. Acesso em:30.03.2022.

 

Almeida. D.R.de. (2014) Análise da Cultura e Comportamento Organizacional. Disponível em:<http://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/203742/2/eBook_Analise_Cultura_Comportamento_Organizacional-Especializacao_em_Gestao_de_Pessoas_UFBA.pdf>.Acesso em:01.04.2022.

 

As grandes crises econômicas. Disponível em: <https://www.portaldeangola.com/2016/11/01/as-crises-financeiras-que-abalaram-a-economia-mundial/ >. Acesso em: 10.04.2022.

 

Mastella. A.(2018) Aspectos conceituais da gestão estratégica de resultados (GER).[e-book]. Florida: Must University.

 

Mastella. A.(2018) O novo ambiente das organizações.[e-book]. Florida: Must University.

Mastella. A.(2018) A Nova Ecologia: Impactos nas Organizações e Indivíduos.[e-book]. Florida: Must University.

 

Mastella. A.(2018) O executivo no Desenvolvimento das Organizações.[e-book]. Florida: Must University.

Descontração na acolhida